Azure, hospedagem e implantação

A conta da nuvem
chega no fim do mês.
Quem olhou ela no dia 10?

Nuvem cobra por uso, e uso ninguém vê passar. A máquina que ficou ligada no fim de semana, o backup que ninguém apagou, o ambiente de teste que virou permanente: tudo isso aparece de uma vez, no fechamento, quando não dá mais para desfazer.

O que costuma acontecer sem isso
A fatura vem maior e ninguém sabe por quê
Consumo sem dono, sem teto e sem aviso
Ambiente de teste que virou permanente
Ligado há meses, pago todo mês, usado por ninguém
Cartão internacional no nome de alguém
A nuvem da empresa presa ao cartão de uma pessoa
Suporte só em inglês, e no fuso deles
Quando cai, alguém abre chamado e espera
Em realfatura da Memory, com nota, sem cartão internacional
Dois papéisa gente hospeda e a gente implanta
Parceiro CSPa assinatura fica sob a nossa gestão
Desde 2016atendendo empresas em todo o Brasil

O que a Memory faz aqui

São dois papéis, e dá para contratar um sem o outro

A maioria das empresas conhece só o segundo. O primeiro é o que tira a nuvem do cartão de alguém e coloca num contrato com CNPJ, e é o que faz a conta parar de ser surpresa.

Papel 1

A Memory hospeda

A assinatura Azure passa a viver sob a nossa gestão como parceiro Microsoft. Muda pouco no técnico e muda tudo no administrativo.

  • Fatura em real, com nota, no CNPJ da empresa
  • Sem cartão internacional preso a uma pessoa
  • Suporte em português, com quem conhece o seu ambiente
  • Consumo acompanhado durante o mês, não só na fatura
Papel 2

A Memory implanta

Desenhar o que vai para a nuvem, mover, e deixar rodando com backup, acesso e monitoramento definidos.

  • Levantamento do que roda hoje e do que custa
  • Migração por etapas, com plano de volta
  • Backup, acesso e recuperação definidos por escrito
  • Ambiente dimensionado para o uso real, não para o pico

O que a sua empresa coloca lá

Quatro coisas, não duzentos serviços

O Azure tem centenas de serviços e a maioria não interessa à sua operação. Na prática, o que uma empresa média leva para a nuvem cabe em quatro frentes. É por elas que a conversa começa.

O servidor que já existe

Aquele que vive numa sala da empresa, com no-break improvisado e ninguém sabe quando foi o último backup. Ele sobe para a nuvem como está, sem reescrever nada, e passa a ter horário de ligar e desligar.

Backup e continuidade

Cópia fora do prédio, com prazo de retorno definido. É a diferença entre "perdemos meio dia" e "perdemos a semana" quando o disco falha, o prédio alaga ou alguém clica no anexo errado.

Identidade e acesso

Quem entra no quê, com segundo fator, e desligamento que corta o acesso no mesmo dia. Colaborador que sai e continua com acesso é risco que não aparece em relatório nenhum.

A base dos sistemas que a Memory entrega

Aplicativo, automação, portal e integração precisam de um lugar para rodar e de um cofre para guardar senha. É onde o Azure entra sem a sua equipe precisar aprender nada novo.

Como funciona

Da conta que surpreende à conta que se prevê

Nuvem não se contrata pelo catálogo, se contrata pelo consumo. Por isso o primeiro passo não é técnico, é olhar quanto a sua empresa já gasta e com o quê.

01

Olhamos o consumo atual

Se já existe Azure, abrimos a fatura item a item e mostramos o que está ligado sem uso. Se ainda não existe, dimensionamos pelo que roda hoje na sua sala de servidores.

02

Desenhamos o destino

O que sobe, o que fica, o que morre. Nem tudo compensa migrar, e dizer isso faz parte: servidor velho que ninguém usa não vira máquina na nuvem, vira desligamento.

03

Migramos por etapas

Uma frente por vez, com plano de volta em cada uma. O time continua trabalhando enquanto a mudança acontece, e nada vira big bang de fim de semana.

04

Acompanhamos a conta

Consumo revisado no mês, não na fatura. Quando alguma coisa sobe fora do padrão, o aviso chega antes do fechamento, que é quando ainda dá para decidir.

Como a gente sabe

O que você está usando agora roda em Azure

Este portal não é vitrine de slide. Ele funciona sobre a mesma nuvem que a gente implanta para cliente.

O catálogo roda em Azure Functions

A integração que traz produto, preço e estoque para este site executa em Functions, não num servidor que alguém precisa lembrar de ligar.

Segredo no Key Vault, não no código

Senha e chave de integração vivem em cofre, com acesso registrado. É regra da casa, e é a mesma que a gente aplica no ambiente do cliente.

Ambiente separado do de produção

O que entra no ar passa antes por um ambiente à parte. Custa um pouco mais e evita o tipo de susto que só aparece com cliente usando.

Oito anos operando, não testando

A Memory vive da própria infraestrutura desde 2016. O que a gente recomenda é o que a gente já quebrou e arrumou na própria casa.

Para quem faz sentido

Nuvem não é mais barata por decreto

Migrar por moda sai caro. Vale quando existe uma dor concreta: servidor velho perto do fim, backup que ninguém confia, acesso remoto sofrido, ou uma conta de nuvem que já existe e ninguém governa.

Faz sentido

Quando já existe risco ou já existe conta

  • Servidor físico perto do fim da vida
  • Backup que ninguém testou restaurar
  • Já tem Azure no cartão de alguém, sem controle
  • Sistema que a Memory entregou precisando de onde rodar
Ainda não faz

Quando é só vontade de modernizar

  • O parque atual foi trocado ano passado e roda bem
  • A expectativa é que a nuvem custe menos por si só
  • Não existe quem responda pela decisão do lado do cliente

Perguntas frequentes

O que costumam perguntar antes de mover

De quem é a assinatura?

Da sua empresa. A Memory entra como parceiro que administra e fatura, não como dona do ambiente. Se um dia você quiser sair, o ambiente é seu e vai junto.

E se o consumo subir sem avisar?

É justamente o que a gente acompanha durante o mês. Dá para definir teto e alerta por recurso, e o aviso chega enquanto ainda dá para desligar alguma coisa.

Precisa migrar tudo de uma vez?

Não, e a gente não recomenda. Uma frente por vez, com plano de volta. Tem coisa que nem deve migrar, e dizer isso faz parte do trabalho.

Quem cuida depois que sobe?

A implantação entrega o ambiente rodando e documentado. A sustentação contínua do que roda lá é contratada à parte, junto com o Memory Care.

Quanto a sua empresa gastou de nuvem no mês passado?

Se a resposta demora, ou se vem com "acho que", a conversa vale. Ela começa pela fatura, não pelo catálogo de serviços.

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